segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Porto, sempre no Porto...
Não "postava aqui" há meses...
Venho só cuscuvilhar o que anda o pessoal "tão ou mais louco" que eu a fazer...
E venho assiduamete...
Gosto.
Ontem fui ao Porto fazer a XI Maratona do Porto. Depois de há 5 semanas ter feito Berlim, o evento desportivo mais fabuloso que alguma vez presenciei!
Fui ao Porto porque ao fazer mudanças, perdi umas poucas medalhas, entre as quais a medalha de Finisher do Porto 2010.
Fui lá tentar receber outra, para ter uma de cada cidade onde já corri maratonas.
Foi a minha nona maratona de estrada. Sabia que ia pagar o esforço de há 5 semanas, onde tinha ficado tão contente com as minhas 3 horas e 26 minutos!,
Mas o entusiasmo dos primeiros 15 kms é irresistível e fui mais rápido qo que deveria.
A partir dos 36 kms pesaram as pernas, queria fazer a prova com média de 4m50s/km, fiz a 4m48s.
Uma maravilha!
Outro record pessoal (03h22m), na cidade onde também tenho a minha melhor Meia...
Gosto desta cidade!Vi muita gente conhecida, pelo menos da blogosfera...:)
Agora, quero um trail para desenjoar:)
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Raid Atlético Vale de Barris
Adorei.
Perto de casa, lindo percurso, o subir quase de gatas...
e a feijoada de choco!!!
30 kms que funcionaram como um, mais um, pequeno treino para a loucura de Maio, o UTSM.
Perto de casa, lindo percurso, o subir quase de gatas...
e a feijoada de choco!!!
30 kms que funcionaram como um, mais um, pequeno treino para a loucura de Maio, o UTSM.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
III Trail dos Montes Saloios
Estreia em Trail.
E que estreia.
Lama, água, vento, chuva, quedas(dos outros), muitas gargalhadas...
Percebi rapidamente porque tanta gente e cada vez mais atletas de pelotão apreciam esta outra vertente da corrida.
Não gostei da falha da organização nos abastecimentos, a confusão da marcação dos kms, mas no cômputo geral correu bem.
22º na Geral dos 25 kms, mas isso era o que menos importava.
Preciso duns ténis com mais amortecimento que os Speedcross para provas com menos lama.
Obrigado aos meus amigos NAPA - Perna Assada por me fazerem rir...
Estreia em Trail.
E que estreia.
Lama, água, vento, chuva, quedas(dos outros), muitas gargalhadas...
Percebi rapidamente porque tanta gente e cada vez mais atletas de pelotão apreciam esta outra vertente da corrida.
Não gostei da falha da organização nos abastecimentos, a confusão da marcação dos kms, mas no cômputo geral correu bem.
22º na Geral dos 25 kms, mas isso era o que menos importava.
Preciso duns ténis com mais amortecimento que os Speedcross para provas com menos lama.
Obrigado aos meus amigos NAPA - Perna Assada por me fazerem rir...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
2014
Novo ano, novas experiências!
O ano começou com a participação da equipa NAPA no GP do Fim da Europa.
Boa prova, melhorei o meu tempo na prova em 5 minutos (1h13m04s), 79º da Geral, o que me satisfez bastante pois senti-me bem a subir, algo que será importante nas provas em que almejo participar durante este ano, nomeadamente em Trails e Ultra Trails.
Domingo será o Trail dos Montes Saloios(25kms), em Abril será o Trail de Almourol(42kms) e em Maio o UTSM, em Portalegre(100 kms). Pelo meio, as provas de estrada do costume, que sinceramente, começam a ser mais do mesmo. Por isso, vou experimentar algo que sei que vou gostar: correr, andar, esforçar-me "off-road", em comunhão com a Natureza e com amigos e companheiros de aventuras.
Tenho lido blogues de atletas já experimentados e revejo-me nas sensações, nas expectativas e no prazer que parecem ter durante, antes e após cada Trail.
Vanos ver...
Novo ano, novas experiências!
O ano começou com a participação da equipa NAPA no GP do Fim da Europa.
Boa prova, melhorei o meu tempo na prova em 5 minutos (1h13m04s), 79º da Geral, o que me satisfez bastante pois senti-me bem a subir, algo que será importante nas provas em que almejo participar durante este ano, nomeadamente em Trails e Ultra Trails.
Domingo será o Trail dos Montes Saloios(25kms), em Abril será o Trail de Almourol(42kms) e em Maio o UTSM, em Portalegre(100 kms). Pelo meio, as provas de estrada do costume, que sinceramente, começam a ser mais do mesmo. Por isso, vou experimentar algo que sei que vou gostar: correr, andar, esforçar-me "off-road", em comunhão com a Natureza e com amigos e companheiros de aventuras.
Tenho lido blogues de atletas já experimentados e revejo-me nas sensações, nas expectativas e no prazer que parecem ter durante, antes e após cada Trail.
Vanos ver...
terça-feira, 30 de julho de 2013
UMA 2013
48 horas depois é menos complicado escrever sobre a prova que decorreu no domingo.
As dores musculares mantêm-se, o caminhar tem sido penoso...
Este ano voltei, queria fazer melhor do que no ano passado, em que, excepcionalmente, segundo contam os habitués, as condições do terreno estavam excelentes e propícias a boas performances e a recordes pessoais. E houve muitos, inclusive o record da prova. Mas os meus adutores, cheios de cãimbras traíram-me aos trinta e cinco kms e arrastei-me até final, com 05h02m.
Decidi assim que cruzei a meta que este ano voltaria!
Há duas semanas atrás visitei a zona de partida e decidi que iria a parte inicial, (contava eu os primeiros 8kms...), descalço, ou melhor, sem sapatos, mas com meias calçadas para não fazer tantas bolhas e calçaria os sapatos quando o terreno melhorasse. Quem lá esteve viu quando melhorou o piso. Por volta dos 18 kms...
Acho que este ano foi logo desde princípio um constante exercício de força e de superação individual! Ao 4º km já o corpo pedia para acabar com aquilo e teve de ser a força mental a mandar em tudo o resto.
Lá fui, acompanhei muitos kms a senhora, um poço de força, que viria a vencer o sector feminino. Aos 23 kms, decidi sentar-me, tirar as meias molhadas e pisadas, calcei umas secas, os ténis e as perneiras de compressão. Sinto que tinha ido bem descalço até final, mas os 4m30s que perdi permitiram um conforto um pouco maior quando o piso ficou, finalmente, mais duro.
Tive força para fazer os últimos 13 kms sempre em crescendo e terminei os 43 660mts desta prova muito dura com 04h39m33s . 78º lugar.
É a prova mais parecida que há com uma mulher. Bela, por vezes muito bela, mas imprevisível e completamente incompreensível a forma como nos atrai...
As dores musculares mantêm-se, o caminhar tem sido penoso...
Este ano voltei, queria fazer melhor do que no ano passado, em que, excepcionalmente, segundo contam os habitués, as condições do terreno estavam excelentes e propícias a boas performances e a recordes pessoais. E houve muitos, inclusive o record da prova. Mas os meus adutores, cheios de cãimbras traíram-me aos trinta e cinco kms e arrastei-me até final, com 05h02m.
Decidi assim que cruzei a meta que este ano voltaria!
Há duas semanas atrás visitei a zona de partida e decidi que iria a parte inicial, (contava eu os primeiros 8kms...), descalço, ou melhor, sem sapatos, mas com meias calçadas para não fazer tantas bolhas e calçaria os sapatos quando o terreno melhorasse. Quem lá esteve viu quando melhorou o piso. Por volta dos 18 kms...
Acho que este ano foi logo desde princípio um constante exercício de força e de superação individual! Ao 4º km já o corpo pedia para acabar com aquilo e teve de ser a força mental a mandar em tudo o resto.
Lá fui, acompanhei muitos kms a senhora, um poço de força, que viria a vencer o sector feminino. Aos 23 kms, decidi sentar-me, tirar as meias molhadas e pisadas, calcei umas secas, os ténis e as perneiras de compressão. Sinto que tinha ido bem descalço até final, mas os 4m30s que perdi permitiram um conforto um pouco maior quando o piso ficou, finalmente, mais duro.
Tive força para fazer os últimos 13 kms sempre em crescendo e terminei os 43 660mts desta prova muito dura com 04h39m33s . 78º lugar.
É a prova mais parecida que há com uma mulher. Bela, por vezes muito bela, mas imprevisível e completamente incompreensível a forma como nos atrai...
quarta-feira, 24 de julho de 2013
UMA 2013 , o que esperar?
Passado um ano, espero areia pior, mais inclinação durante mais kms, mas menos calor.
Vamos ver.
Estratégia: chegar a Tróia antes das duas da tarde.
Desfrutar muito.
Boa sorte a todos os que vão.
terça-feira, 28 de maio de 2013
quarta-feira, 25 de julho de 2012
UMA 2012
Bom dia,
três dias depois desta experiência, ainda não a retirei do meu pensamento e dou por mim a pensar em novas estratégias de a abordar em futuras edições. Ainda cheio de dores musculares, recordo apenas as partes boas e quero muito, como nunca quis noutro tipo de provas, repetir. Aliás, assim que a terminei, se ali estivessem a recolher inscrições para 2013, tê-lo-ia feito!
As cãimbras chegaram aos 38 kms, fortes, muito fortes! Na minha modesta opinião de principiante, foram os primeiros kms, que obrigam as pernas a ir em constante contracção, que fazem com que mais terde se pague o preço. Um preço muito duro, que me impediu de continuar a cadência de corrida lenta que consegui manter, quase até ao fim. Ao contrário de muitos colegas, a mim, as paragens não me fazem bem. Gosto de permanecer a correr, ainda que muito lentamente. Os cinco minutos que parei na Comporta à espera dum companheiro em dificuldades não me fizeram nada bem. Estava a conseguir ir nas pegadas do Fernando Andrade, que passou por mim, calmo e sereno, quando eu ainda decidia, sem me decidir, se deveria ir pela beira da água, se na parte de cima da duna. Decidi ir por onde ele ia, já que ele já fez isto "algumas" vezes... Mas na Comporta, lá parei, por amizade.
Outro portento da Natureza me ajudou, a Analice, do alto dos seus 68 anos, com aquela passada certinha. Um espectáculo!
Vou continuar a reflectir e agradeço ao meu filhinho, que fez com que a prova parecesse mais fácil a partir dos 40 kms, quando o vi chegar perto de mim para me "levar" até à meta!
três dias depois desta experiência, ainda não a retirei do meu pensamento e dou por mim a pensar em novas estratégias de a abordar em futuras edições. Ainda cheio de dores musculares, recordo apenas as partes boas e quero muito, como nunca quis noutro tipo de provas, repetir. Aliás, assim que a terminei, se ali estivessem a recolher inscrições para 2013, tê-lo-ia feito!
As cãimbras chegaram aos 38 kms, fortes, muito fortes! Na minha modesta opinião de principiante, foram os primeiros kms, que obrigam as pernas a ir em constante contracção, que fazem com que mais terde se pague o preço. Um preço muito duro, que me impediu de continuar a cadência de corrida lenta que consegui manter, quase até ao fim. Ao contrário de muitos colegas, a mim, as paragens não me fazem bem. Gosto de permanecer a correr, ainda que muito lentamente. Os cinco minutos que parei na Comporta à espera dum companheiro em dificuldades não me fizeram nada bem. Estava a conseguir ir nas pegadas do Fernando Andrade, que passou por mim, calmo e sereno, quando eu ainda decidia, sem me decidir, se deveria ir pela beira da água, se na parte de cima da duna. Decidi ir por onde ele ia, já que ele já fez isto "algumas" vezes... Mas na Comporta, lá parei, por amizade.
Outro portento da Natureza me ajudou, a Analice, do alto dos seus 68 anos, com aquela passada certinha. Um espectáculo!
Vou continuar a reflectir e agradeço ao meu filhinho, que fez com que a prova parecesse mais fácil a partir dos 40 kms, quando o vi chegar perto de mim para me "levar" até à meta!
segunda-feira, 16 de julho de 2012
ULTRA MARATONA ATLÂNTICA MELIDES-TRÓIA
Falta menos de uma semana para nova aventura do NAPA - Núcleo de Amigos Perna Assada.
Três amigos de infância que começaram por correr com os sapatos justinhos, com a bela meia de algodão, com 4 bolhas em cada pé e com as virilhas e zonas adjacentes sempre assadas...
Até descobrirmos, sem preconceitos, as virtudes do uso da vaselina esterilizada e dos belos calções de lycra.
Domingo, estamos prontos para começar uma das mais exigentes provas do calendário nacional, um percurso único, um contexto fabuloso, com diversas agruras que se nos vão deparar e que me impedem de criar expectativas de qualquer tipo, pois o vento, a maré, a temperatura, a resposta do corpo, é que vão ditar as leis.
Agradeço antecipadamente aos colegas da blogosfera que já fizeram a prova, o favor de me facultarem dicas, comentários, sugestões e conselhos de experiência feitos.
Desejo a todos a continuação de bons treinos neste final de época e uns votos especiais aos que participarão no próximo domingo!
Três amigos de infância que começaram por correr com os sapatos justinhos, com a bela meia de algodão, com 4 bolhas em cada pé e com as virilhas e zonas adjacentes sempre assadas...
Até descobrirmos, sem preconceitos, as virtudes do uso da vaselina esterilizada e dos belos calções de lycra.
Domingo, estamos prontos para começar uma das mais exigentes provas do calendário nacional, um percurso único, um contexto fabuloso, com diversas agruras que se nos vão deparar e que me impedem de criar expectativas de qualquer tipo, pois o vento, a maré, a temperatura, a resposta do corpo, é que vão ditar as leis.
Agradeço antecipadamente aos colegas da blogosfera que já fizeram a prova, o favor de me facultarem dicas, comentários, sugestões e conselhos de experiência feitos.
Desejo a todos a continuação de bons treinos neste final de época e uns votos especiais aos que participarão no próximo domingo!
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Meia Maratona Douro Vinhateiro 2012
Fim de semana de clima instável. Não se auguravam boas condições para desfrutar das paisagens da que dizem ser os senhores da organização a "mais bela corrida do mundo".
S.Pedro não se portou mal.
Pontos positivos:
- a beleza do percurso;
- a natureza do percurso;
- ter conseguido o meu melhor tempo numa meia, na época pós-cirurgia: 01h33m33s;
- os minutos que tive de conversa que tive com a Jéssica Augusto, depois do final da prova;
- a alheira caseira que comi ao almoço depois da prova. :)
Pontos menos positivos:
- organização com falhas de logística nos transportes;
- a partida a fazer um ângulo recto após 5 metros;
- a confusão para entregar o chip e recolher o brinde.
Vou tentar voltar para o ano. Fazer um upgrade no alojamento e tentar melhorar o tempo final.
E comer outra alheira!
Um beijinho à Ana, que só vi quando se aproximava dos 20 kms, mas que acho que ainda recebeu o meu incentivo.
S.Pedro não se portou mal.
Pontos positivos:
- a beleza do percurso;
- a natureza do percurso;
- ter conseguido o meu melhor tempo numa meia, na época pós-cirurgia: 01h33m33s;
- os minutos que tive de conversa que tive com a Jéssica Augusto, depois do final da prova;
- a alheira caseira que comi ao almoço depois da prova. :)
Pontos menos positivos:
- organização com falhas de logística nos transportes;
- a partida a fazer um ângulo recto após 5 metros;
- a confusão para entregar o chip e recolher o brinde.
Vou tentar voltar para o ano. Fazer um upgrade no alojamento e tentar melhorar o tempo final.
E comer outra alheira!
Um beijinho à Ana, que só vi quando se aproximava dos 20 kms, mas que acho que ainda recebeu o meu incentivo.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Dúvida
Alguém tem relatos de experiências anteriores na Meia do Douro Vinhateiro?
Sei que houve uma edição em que faltou água.
Se estiver esta temperatura, espero que os abastecimentos estejam bem apetrechados.
E o percurso? É plano?
E as alheiras de Lamego? E a bôla de bacalhau...
Sábado lá estarei.
NAPA- Núcleo Amigos Perna Assada - um grupo já conhecido internacionalmente:)
Sei que houve uma edição em que faltou água.
Se estiver esta temperatura, espero que os abastecimentos estejam bem apetrechados.
E o percurso? É plano?
E as alheiras de Lamego? E a bôla de bacalhau...
Sábado lá estarei.
NAPA- Núcleo Amigos Perna Assada - um grupo já conhecido internacionalmente:)
quinta-feira, 10 de maio de 2012
De regresso à escrita
Meses depois... e depois de ler diariamente o que os meus "amigos" da blogosfera continuam, de forma disciplinada a fazer... decidi-me a escrever qualquer coisinha sobre o que tenho feito e o que pretendo fazer enquanto corredor de pelotão.
Cronologica e resumidamente, passo a enumerar:
-14 de Janeiro - entorse grave no tornozelo, um dia depois de efectivar a inscrição para a Maratona de Madrid
- 40 dias de quase repouso
- plano de treino reformulado quase cumprido
- 22 de Abril - 4ª maratona cumprida
- público fantástico
- percurso terrivelmente misto
- cãimbras aos 29 kms
- 03h36m
Dia 20 de maio, vou experimentar o Douro Vinhateiro... o mais belo percurso do mundo, segundo dizem!
Bons treinos, boas provas!
Cronologica e resumidamente, passo a enumerar:
-14 de Janeiro - entorse grave no tornozelo, um dia depois de efectivar a inscrição para a Maratona de Madrid
- 40 dias de quase repouso
- plano de treino reformulado quase cumprido
- 22 de Abril - 4ª maratona cumprida
- público fantástico
- percurso terrivelmente misto
- cãimbras aos 29 kms
- 03h36m
Dia 20 de maio, vou experimentar o Douro Vinhateiro... o mais belo percurso do mundo, segundo dizem!
Bons treinos, boas provas!
domingo, 16 de outubro de 2011
Mês cheio de provas
- Água, pelo Aqueduto...
- Moita, pelas pastagens de aroma característico...
- Alvalade, pela primeira vez...
Tenho aqui vindo como leitor, não postando, mas olhando as novidades dos colegas/amigos de pelotão. Tenho estado focado na recuperação de uma forma física minimamente aceitável que me permita treinar de forma gradativa e de participar, retirando algum prazer, em provas dominicais de características diferentes.
A recuperação após a cirurgia a que fui sujeito tem custado mais do que pensaria. O facto de ter reparado não uma, mas as duas hérnias em simultâneo, dificulta um pouco mais o restabelecimento da força abdominal e sempre que aumento ritmos ou alargo a passada nos treinos, sinto um desconforto na zona dos "remendos" e dos "furos" no abdómen.
Quanto a provas, 44 minutos na Corrida da Água, 1h 36m na Meia da Moita e hoje 42 minutos a 1a Corrida do Sporting. São tempos animadores para mim, sinto uma progressão, mas o peso do tronco ainda não permite ritmos como gostaria.
Culpa minha e das porcarias que comi durante o Agosto!!
Quanto à prova da lagartagem... facciosismos à parte, um "funil" 50 metros depois da partida é de loucos e incompetentes... Perdem-se 90 segundos. Assim...
Abraço
- Moita, pelas pastagens de aroma característico...
- Alvalade, pela primeira vez...
Tenho aqui vindo como leitor, não postando, mas olhando as novidades dos colegas/amigos de pelotão. Tenho estado focado na recuperação de uma forma física minimamente aceitável que me permita treinar de forma gradativa e de participar, retirando algum prazer, em provas dominicais de características diferentes.
A recuperação após a cirurgia a que fui sujeito tem custado mais do que pensaria. O facto de ter reparado não uma, mas as duas hérnias em simultâneo, dificulta um pouco mais o restabelecimento da força abdominal e sempre que aumento ritmos ou alargo a passada nos treinos, sinto um desconforto na zona dos "remendos" e dos "furos" no abdómen.
Quanto a provas, 44 minutos na Corrida da Água, 1h 36m na Meia da Moita e hoje 42 minutos a 1a Corrida do Sporting. São tempos animadores para mim, sinto uma progressão, mas o peso do tronco ainda não permite ritmos como gostaria.
Culpa minha e das porcarias que comi durante o Agosto!!
Quanto à prova da lagartagem... facciosismos à parte, um "funil" 50 metros depois da partida é de loucos e incompetentes... Perdem-se 90 segundos. Assim...
Abraço
sábado, 9 de julho de 2011
Regresso. Finalmente!!!
Sete semanas depois da cirurgia, eis-me de volta à escrita e já com 5 magníficos joggings bem lentos de 30-35 minutos...
Para quem já passou pelo mesmo, sabe que a recuperação não é pêra doce. Para quem nunca passou por isto, saibam que custa muito o levantar e deitar durante os primeiros dez dias. Agora acrescentem a estas dificuldades uma cólica renal oito dias depois da cirurgia e imaginem o que o menino passou...
Regressar sabe bem, 3 quilos depois. Agora é começar tudo de novo, ganhar resistência, mas muito, muito devagar...
Bons treinos a todos
Para quem já passou pelo mesmo, sabe que a recuperação não é pêra doce. Para quem nunca passou por isto, saibam que custa muito o levantar e deitar durante os primeiros dez dias. Agora acrescentem a estas dificuldades uma cólica renal oito dias depois da cirurgia e imaginem o que o menino passou...
Regressar sabe bem, 3 quilos depois. Agora é começar tudo de novo, ganhar resistência, mas muito, muito devagar...
Bons treinos a todos
quarta-feira, 11 de maio de 2011
FÍM DE ÉPOCA, QUASE SEM A TER INICIADO...
Volto aqui (para escrever, pois como leitor sou assíduo) para dar conta do final da minha época 2010-11.
Vou ser submetido uma cirurgia de reparação laparoscópica de hérnia inguinal bilateral.
Tenho sofrido para treinar, mesmo em ritmo muito lento, tenho sofrido em repouso, não associava o desconforto à existência de uma hérnia já desde 2003, que nunca me tinha incomodado antes. Agora o grau de inflamação tornou-se difícil de suportar e a cirurgia é inevitável. Pensei que era pubalgia(e talvez fosse também), fiz fisioterapia, mas o que incomoda mesmo é a hérnia, ou as hérnia(há uma no início, do lado esquerdo)s como me disse cirurgião ontem.
Gostaria de saber se alguém daqui da blogosfera já passou por isto e quanto tempo depois estavam de volta aos treinos, mesmo que ligeiros...
Bons treinos
Vou ser submetido uma cirurgia de reparação laparoscópica de hérnia inguinal bilateral.
Tenho sofrido para treinar, mesmo em ritmo muito lento, tenho sofrido em repouso, não associava o desconforto à existência de uma hérnia já desde 2003, que nunca me tinha incomodado antes. Agora o grau de inflamação tornou-se difícil de suportar e a cirurgia é inevitável. Pensei que era pubalgia(e talvez fosse também), fiz fisioterapia, mas o que incomoda mesmo é a hérnia, ou as hérnia(há uma no início, do lado esquerdo)s como me disse cirurgião ontem.
Gostaria de saber se alguém daqui da blogosfera já passou por isto e quanto tempo depois estavam de volta aos treinos, mesmo que ligeiros...
Bons treinos
sábado, 22 de janeiro de 2011
Novo ano e nova treinadora
O ano começou já há 22 dias e só hoje explano as minhas desventuras pós-Maratona de Lisboa.
Parei totalmente 35 dias, finalmente acertei no anti-inflamatório adequado(Arcoxia 90 mg), a tendinite de esforço no ilíaco melhorou bastante
e voltei a fazer joggings de 40 minutos a partir de 10 de Janeiro. Sem relógio, sem pressas, sem pensar em prova alguma.
Experimentei há uma semana levar para a mata da Apostiça a minha bebé de 5 meses, para ver como se comportava e surpreendeu-me a forma metódica como me acompanha, como espera por mim, como interage. Já faz 15 kms a meu lado, eu cansado, ela nem por isso!
Uma grande companhia! A minha Maggie!
Sem a preparação adequada, mas para desfrutar da paisagem, vou ao Fim da Europa.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
MARATONA DE LISBOA 2010
A minha terceira.
E que mal correu a minha terceira!
Não respeitei a prova, não respeitei o esforço que tinha feito no Porto, não prestei atenção às quatro semanas apenas de intervalo entre Porto e Lisboa, tentei "vulgarizar" a prova-rainha e paguei por isso.
Juntando as condições atmosféricas surreais, a minha preparação inadequada e o percurso ridículo desta prova, só podia dar "estouro"!
Resumindo, 1h45m à meia, final com 4h03m...
O muro aos 28kms, as pernas a prenderem aos 34kms e aquela Almirante Reis onde tomei a péssima decisão de seguir a "peregrinação" dos caminheiros, decidi caminhar uns metros e correr umas centenas. Cada vez que tentava arrancar, piorava e muito. E olhava para aquela subida imensa e via toda a gente a caminhar, como se fôssemos todos para Fátima...
Fui até ao fim apenas por teimosia, pois não me deu nenhum prazer chegar ao final duma prova tão penosa a partir de certo ponto. Cheguei a sentir-me feliz durante duas horas e meia onde ia com o meu amigo, onde penso em todas as pessoas de quem gosto e que sei que acordam num Domingo e tentam dar-me força através do pensamento, mas depois foi a depressão aguda!!!
Vou lembrar e esquecer.
Gostei de ver o António Almeida e fez-me acreditar que alguma coisa de estranho se passava, pois muitos corredores e corredoras que estão acima do meu nível, passavam também por muitas dificuldades (e muito cedo!) o que me causou muita estranheza.
Eu, mesmo com as asneiras que fiz, não deveria ter sofrido tanto e tão cedo...
Amanhã é outro dia!
Hoje sonhei com uma lagartixa...:)
E que mal correu a minha terceira!
Não respeitei a prova, não respeitei o esforço que tinha feito no Porto, não prestei atenção às quatro semanas apenas de intervalo entre Porto e Lisboa, tentei "vulgarizar" a prova-rainha e paguei por isso.
Juntando as condições atmosféricas surreais, a minha preparação inadequada e o percurso ridículo desta prova, só podia dar "estouro"!
Resumindo, 1h45m à meia, final com 4h03m...
O muro aos 28kms, as pernas a prenderem aos 34kms e aquela Almirante Reis onde tomei a péssima decisão de seguir a "peregrinação" dos caminheiros, decidi caminhar uns metros e correr umas centenas. Cada vez que tentava arrancar, piorava e muito. E olhava para aquela subida imensa e via toda a gente a caminhar, como se fôssemos todos para Fátima...
Fui até ao fim apenas por teimosia, pois não me deu nenhum prazer chegar ao final duma prova tão penosa a partir de certo ponto. Cheguei a sentir-me feliz durante duas horas e meia onde ia com o meu amigo, onde penso em todas as pessoas de quem gosto e que sei que acordam num Domingo e tentam dar-me força através do pensamento, mas depois foi a depressão aguda!!!
Vou lembrar e esquecer.
Gostei de ver o António Almeida e fez-me acreditar que alguma coisa de estranho se passava, pois muitos corredores e corredoras que estão acima do meu nível, passavam também por muitas dificuldades (e muito cedo!) o que me causou muita estranheza.
Eu, mesmo com as asneiras que fiz, não deveria ter sofrido tanto e tão cedo...
Amanhã é outro dia!
Hoje sonhei com uma lagartixa...:)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Maratona dos Descobrimentos - Lisboa
Não sei se faço bem, mas Domingo lá estarei.
Só me inscrevi ontem, num impulso depois do treino longo de Domingo,
na companhia dos outros Perna Assada.
Aquele final a subir não me vai agradar nada, mas vou na perspectiva do "City Tour"...
A caminho da terceira...
Só me inscrevi ontem, num impulso depois do treino longo de Domingo,
na companhia dos outros Perna Assada.
Aquele final a subir não me vai agradar nada, mas vou na perspectiva do "City Tour"...
A caminho da terceira...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Maratona do Porto 2010
A minha segunda...
Conclusões principais:
- custa sempre!
- custam muito!
- lida-se melhor com o que custam!
O correr sem a pressão do tempo é revigorante, descontrai e permite desfrutar do melhor percurso que já corri! Não são 9 kms menos bonitos que retiram a extraordinária beleza deste percurso, numa cidade com características singulares, que tem um clube que odeio, mas que tem muitas e boas pessoas que não têm culpa nenhuma... (a azia a falar...)
Fui com os meus dois amigos de infância fazer uma coisa que nunca pensaríamos, há três anos atrás, fazer juntos. E terminámos os três, com maior ou "maior" dificuldade!
Decidi acompanhar o estreante António Rico e ir ao seu ritmo. Ele não quer saber de Garmins, de gel, de aquecimento, nada... ele corre o que é para correr connosco e pronto! Passada leve e certinha.
Corrida, conversa e paisagem os primeiros 25 kms, corrida sem conversa até aos 35 kms e depois é cada um por si, quem tiver menos dores vai até ao fim, sem empatar ninguém.
Eu já sabia que não estava 100%, tinha dado um jeito às costas na sexta-feira a puxar o banco do carro para a frente... e sabia que ia pagar, é sempre o mesmo jeito perto do sacro-ilíaco.
A meia em 1h e 50m é um descanso, temos forças para acelerar a partir dos 30kms, e se soube bem passar atletas que iam com muita vantagem sobre nós na primeira parte.
Terminei com dores, muitas dores, sofri muito nos últimos 4 kms, mas nada de dores relacionadas com a corrida: costas e adutores.
Felicitei colegas que tinham terminado a sua primeira. Sei o que estavam a sentir. Felicito o Filipe, que conseguiu e sofreu muito. O Fernando, por ter já tantas feitas.
Na próxima, vou seguir uma directriz ainda mais radical: só acelero, se conseguir, claro, não aos 30, mas sim aos 35! Se me sentir bem até aos 30, abrando... pois já sei, que mesmo com muitos treinos longos, muitas séries, muito gel... custa sempre muito aquele final.
E só fiz 10 minutos a mais do que na minha primeira em Sevilha. 3h40m , no meu Garmin.
É muito tempo em cima das pernas frágeis de um tipo que não gostava de correr...
Conclusões principais:
- custa sempre!
- custam muito!
- lida-se melhor com o que custam!
O correr sem a pressão do tempo é revigorante, descontrai e permite desfrutar do melhor percurso que já corri! Não são 9 kms menos bonitos que retiram a extraordinária beleza deste percurso, numa cidade com características singulares, que tem um clube que odeio, mas que tem muitas e boas pessoas que não têm culpa nenhuma... (a azia a falar...)
Fui com os meus dois amigos de infância fazer uma coisa que nunca pensaríamos, há três anos atrás, fazer juntos. E terminámos os três, com maior ou "maior" dificuldade!
Decidi acompanhar o estreante António Rico e ir ao seu ritmo. Ele não quer saber de Garmins, de gel, de aquecimento, nada... ele corre o que é para correr connosco e pronto! Passada leve e certinha.
Corrida, conversa e paisagem os primeiros 25 kms, corrida sem conversa até aos 35 kms e depois é cada um por si, quem tiver menos dores vai até ao fim, sem empatar ninguém.
Eu já sabia que não estava 100%, tinha dado um jeito às costas na sexta-feira a puxar o banco do carro para a frente... e sabia que ia pagar, é sempre o mesmo jeito perto do sacro-ilíaco.
A meia em 1h e 50m é um descanso, temos forças para acelerar a partir dos 30kms, e se soube bem passar atletas que iam com muita vantagem sobre nós na primeira parte.
Terminei com dores, muitas dores, sofri muito nos últimos 4 kms, mas nada de dores relacionadas com a corrida: costas e adutores.
Felicitei colegas que tinham terminado a sua primeira. Sei o que estavam a sentir. Felicito o Filipe, que conseguiu e sofreu muito. O Fernando, por ter já tantas feitas.
Na próxima, vou seguir uma directriz ainda mais radical: só acelero, se conseguir, claro, não aos 30, mas sim aos 35! Se me sentir bem até aos 30, abrando... pois já sei, que mesmo com muitos treinos longos, muitas séries, muito gel... custa sempre muito aquele final.
E só fiz 10 minutos a mais do que na minha primeira em Sevilha. 3h40m , no meu Garmin.
É muito tempo em cima das pernas frágeis de um tipo que não gostava de correr...
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
MEIA MARATONA RIBEIRINHA-MOITA 2010
Foi a minha primeira vez nesta prova relativamente perto de casa.
Bem organizada, quilómetros marcados, nada de relevante a apontar.
Foi mais uma etapa na preparação para o Porto, daqui a 4 semanas.
Tentei fazer um treino de ritmo em que testasse a minha respiração ao longo de uma prova mais longa depois de ter feito duas de 10 kms.
Fiz o primeiro terço da prova em ritmo descontraído, em que fui um pouco à conversa com o Sr. Nuno, o que foi um prazer pois gosto muito de seguir o seu blogue, e fui depois acelerando gradualmente junto a um atleta que não conheço e que tinha a passada mais certa que já observei!
Tinha apontado para uma média de 04m30s/km, fiz 04m25s e o meu segundo melhor tempo numa meia: 01h33m25s.
Depois, um cozido à portuguesa e uma sesta...
Bem organizada, quilómetros marcados, nada de relevante a apontar.
Foi mais uma etapa na preparação para o Porto, daqui a 4 semanas.
Tentei fazer um treino de ritmo em que testasse a minha respiração ao longo de uma prova mais longa depois de ter feito duas de 10 kms.
Fiz o primeiro terço da prova em ritmo descontraído, em que fui um pouco à conversa com o Sr. Nuno, o que foi um prazer pois gosto muito de seguir o seu blogue, e fui depois acelerando gradualmente junto a um atleta que não conheço e que tinha a passada mais certa que já observei!
Tinha apontado para uma média de 04m30s/km, fiz 04m25s e o meu segundo melhor tempo numa meia: 01h33m25s.
Depois, um cozido à portuguesa e uma sesta...
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