E vão quatro! Quatro dias seguidos de corrida ligeira, períodos de 40 ou 50 minutos em que o importante tem sido rolar sobre as pernas, sem olhar para o relógio, sem pensar em provas, só reaprender a correr, tentando não poupar inconscientemente a perna que estava inflamada.
Hoje, já fiz um ou outro quilómetro mais rápido para ver a reacção e não houve dor, mas estava com medo, muito medo que ao acelerar, sentisse aquela maldita picada. Mas não, parece estar a consolidar, mas sem foguetes ainda...
Amanhã, mais 10 kms, com ritmo progressivo.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Sininhos
Os Sinos foram apenas Sininhos, o esforço foi só um passeio, a lesão não piorou, o que é o principal afinal.
Conheci pessoalmente a Maria, estive a tirar os tempos aos meus colegas de clube e fiz companhia à minha mulher que fez os 6 kms sem caminhar, ao contrário do passado ano.
Amanhã, mais 40 minutos. Devagar.
Conheci pessoalmente a Maria, estive a tirar os tempos aos meus colegas de clube e fiz companhia à minha mulher que fez os 6 kms sem caminhar, ao contrário do passado ano.
Amanhã, mais 40 minutos. Devagar.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Teste chumbado
A má disposição, o mau humor, a irritabilidade estão aí.
Quando me distancio de mim próprio, constato que não ando bem, que falta aquela sensação de cansaço saudável. E quem paga é quem me rodeia(a quem peço desculpa e paciência).
O jogging de 30 minutos na 4ª feira não correu mal, mas não foi bom, tinha uma sensação de desconforto e a nítida sensação de que se acelerasse um pouco, agravaria imediatamente o estiramento.
Estas "frescuras de atleta a sério", como pensarão alguns, as lesões com nomes pomposos(estiramento do tendão não sei quê, que eu pensava que só os jogadores do Benfica é que tinham...) começam a aborrecer-me. Hoje estou melhor, mas já não digo nada...
Novo teste: Domingo, Corrida dos SININHOS, aqueles 5 kms a um ritmo diabólico de 06m30s/km, com a minha querida esposa como lebre.
Este repouso forçado tem-me permitido começar a apaixonar-me(após desafio aliciante lançado por um amigo meu) pela beleza das provas de trilhos, que têm muitas vantagens para corredores com as minhas características: são longas, logo têm um ritmo mais lento( o que é bom para quem tem músculos que sofrem com acelerações, com ritmos muito intensos); têm o contacto com a Natureza e a sensação de aventura que me fascina, quando não se sabe como continua o percurso, ao contrário duma prova de estrada em que vemos e estudamos o percurso todo e têm uma componente fundamental para mim que é o usufruto e a contemplação aliados ao esforço físico.
E cada vez mais penso que é por isso que corro, para ter prazer, esse prazer...
terça-feira, 31 de março de 2009
TESTE
10 dias depois, vou fazer amanhã um jogging de 30 minutos.
A esperança de que o estiramento esteja quase debelado é muita, mas não sei se já estará a inflamação derrrotada. Não dói, mas só saberei quando fizer umas acelerações.
Mas não amanhã.
Tenho de ter calma, Mafra vai ser só em turismo.
Mas custa ficar tantos dias sem sentir o ventinho...
Bons treinos para quem pode.
A esperança de que o estiramento esteja quase debelado é muita, mas não sei se já estará a inflamação derrrotada. Não dói, mas só saberei quando fizer umas acelerações.
Mas não amanhã.
Tenho de ter calma, Mafra vai ser só em turismo.
Mas custa ficar tantos dias sem sentir o ventinho...
Bons treinos para quem pode.
domingo, 22 de março de 2009
Meia Maratona de Lisboa
Era a 4ª meia esta época.
Como já aqui havia escrito, foi seguido um plano de 7 semanas por mim elaborado com base em pesquisa e experiência adquirida. Gosto de estabelecer objectivos por escrito, gosto de me esforçar por alcançá-los, cumpri o plano. Na 3ª feira passada, a fazer séries de 1000m com um amigo, à terceira, senti uma leve picada no músculo posterior da coxa esquerda e parei por precaução. Nos dois dias seguintes limitei-me a rolar, ontem também terminando com umas rectas em que não me doeu nada.
Hoje, aquecimento às 7 da manhã, duche, tudo bem. Aquecimento antes da prova, com umas pequenas acelerações, vontade de correr, tempo fresquinho, tudo a postos. Parti com os meus colegas de clube, forte e animado pois íamos como planeado, a amealhar uma média que nos ia permitir gerir uma quebra mais adiante. Aos 6 kms ia com 24 minutos certinhos, mas sem qualquer sinal de desgaste, estava surpreendido e animado, a começar a imaginar a concretização do 1º objectivo: melhorar a minha melhor marca e a sonhar com a 2º objectivo: baixar da hora e trinta.
Passados 30 segundos, senti uma dor horrível, a consumação da rotura que ameaçava desde 3ª feira.
E foi assim que a ansiedade, a animação, se transformou na maior desilusão da minha curta carreira de corredor de pelotão.
Arrastei-me até Belém, de cabeça baixa, cheio de dores.
Resumindo, nas 4 meias desta época, não fiz nenhuma em boas condições físicas, pos causa desta perna esquerda que até tem andado muito bem.As das pontes então, parece que tenho malapata... Dois anos, duas vezes que correm mal, cada vez pior. Ponderarei seriamente a terceira tentativa!
Mas chega de lamúrias!
Já dormi a sesta, já rasguei o plano, já fiz gelo e bebi uma cerveja ao jantar, a 1ª bebida gaseificada das últimas 7 semanas!
Bons treinos a todos.
Eu ficar-me-ei pelo repouso e anti-inflamatório.
Como já aqui havia escrito, foi seguido um plano de 7 semanas por mim elaborado com base em pesquisa e experiência adquirida. Gosto de estabelecer objectivos por escrito, gosto de me esforçar por alcançá-los, cumpri o plano. Na 3ª feira passada, a fazer séries de 1000m com um amigo, à terceira, senti uma leve picada no músculo posterior da coxa esquerda e parei por precaução. Nos dois dias seguintes limitei-me a rolar, ontem também terminando com umas rectas em que não me doeu nada.
Hoje, aquecimento às 7 da manhã, duche, tudo bem. Aquecimento antes da prova, com umas pequenas acelerações, vontade de correr, tempo fresquinho, tudo a postos. Parti com os meus colegas de clube, forte e animado pois íamos como planeado, a amealhar uma média que nos ia permitir gerir uma quebra mais adiante. Aos 6 kms ia com 24 minutos certinhos, mas sem qualquer sinal de desgaste, estava surpreendido e animado, a começar a imaginar a concretização do 1º objectivo: melhorar a minha melhor marca e a sonhar com a 2º objectivo: baixar da hora e trinta.
Passados 30 segundos, senti uma dor horrível, a consumação da rotura que ameaçava desde 3ª feira.
E foi assim que a ansiedade, a animação, se transformou na maior desilusão da minha curta carreira de corredor de pelotão.
Arrastei-me até Belém, de cabeça baixa, cheio de dores.
Resumindo, nas 4 meias desta época, não fiz nenhuma em boas condições físicas, pos causa desta perna esquerda que até tem andado muito bem.As das pontes então, parece que tenho malapata... Dois anos, duas vezes que correm mal, cada vez pior. Ponderarei seriamente a terceira tentativa!
Mas chega de lamúrias!
Já dormi a sesta, já rasguei o plano, já fiz gelo e bebi uma cerveja ao jantar, a 1ª bebida gaseificada das últimas 7 semanas!
Bons treinos a todos.
Eu ficar-me-ei pelo repouso e anti-inflamatório.
quinta-feira, 19 de março de 2009
PAI
Ser filho único é mau? É bom?
Os "manuais" sociais dizem-nos que não é aconselhável. Consideram que há tipicidades próprias dos filhos únicos.
As especificidades com as quais me identifico são a total dependência emocional que tenho em relação aos meus pais, ao facto da sua boa saúde ser a minha boa saúde, à relação directa entre os seus sorrisos e os meus.
Não tenho tido a sorte suprema que é ter uns pais sempre viçosos, a envelhecer bem e cheios de saúde, com vontade de gozar a vida na plenitude das suas capacidades. Têm tempo, dinheiro, companhia, mas falta-lhes muitas vezes a predisposição necessária, que depressões nervosas inibem. Doença malvada, nada palpável, em que é difícil ajudar. Muito difícil.
A corrida, mais uma vez, tem-me ajudado a limpar a cabeça, a pensar também em mim, pois assim que acabo um treino, fico retemperado para ser outra vez um típico filho único - que ama o seu Pai. Sempre.
P.S. - O plano de 7 semanas para a Meia da Ponte terminou hoje.
Sábado: 30 minutos e alongamentos.
Domingo: o que eu puder e a Natureza deixar...
Objectivo: chegar feliz, mais feliz que à partida.
E que chova bastante!
Os "manuais" sociais dizem-nos que não é aconselhável. Consideram que há tipicidades próprias dos filhos únicos.
As especificidades com as quais me identifico são a total dependência emocional que tenho em relação aos meus pais, ao facto da sua boa saúde ser a minha boa saúde, à relação directa entre os seus sorrisos e os meus.
Não tenho tido a sorte suprema que é ter uns pais sempre viçosos, a envelhecer bem e cheios de saúde, com vontade de gozar a vida na plenitude das suas capacidades. Têm tempo, dinheiro, companhia, mas falta-lhes muitas vezes a predisposição necessária, que depressões nervosas inibem. Doença malvada, nada palpável, em que é difícil ajudar. Muito difícil.
A corrida, mais uma vez, tem-me ajudado a limpar a cabeça, a pensar também em mim, pois assim que acabo um treino, fico retemperado para ser outra vez um típico filho único - que ama o seu Pai. Sempre.
P.S. - O plano de 7 semanas para a Meia da Ponte terminou hoje.
Sábado: 30 minutos e alongamentos.
Domingo: o que eu puder e a Natureza deixar...
Objectivo: chegar feliz, mais feliz que à partida.
E que chova bastante!
domingo, 15 de março de 2009
Corrida das Lezírias
Prova com percurso muito bonito, agradável de se percorrer, mas não com a temperatura que esteve hoje. Foi a primeira vez que estive presente e encarei a prova como mais um treino para a Meia da Ponte sobre o Tejo. Mais uma vez parti mais rápido para ver quando quebrava, mais uma vez a quebra ocorreu logo a seguir aos 10 kms, em que passei com 42 minutos e qualquer coisa. A ponte não é tão fácil de subir como isso, ao contrário do que parece quando se olha de longe.
Acabei com 1h06m23s.
Fiquei com uma certeza. Com este calor no próximo domingo, muito dificilmente aguento 21 kms ao ritmo que pretendia.
Esta será uma prova a constar no meu calendário de provas a não faltar.
Gostei.
Acabei com 1h06m23s.
Fiquei com uma certeza. Com este calor no próximo domingo, muito dificilmente aguento 21 kms ao ritmo que pretendia.
Esta será uma prova a constar no meu calendário de provas a não faltar.
Gostei.
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