segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Primeiros treinos do ano

Não sei se se passa também com outros, julgo que sim, custa-me bastante a aquecer agora com estas temperaturas. Levo sempre cerca de 3 kms a 05.30m o km até que sinta as pernas a corresponderem. Depois, por vezes, páro, alongo bem e "começo", de facto, o treino.
Resultado, o corpo começa a satisfazer-se com mais tempo em cima das pernas. Se por dificuldades logísticas, e há sempre bastantes, só disponho de 45 mns, ou parto logo com ritmo a mais e sem o aquecimento devido, ou fica-me a saber a pouco, se aquecer... com calma, e depois então impuser um ritmo mais vivo de treino. Tenho uns tendões de passarinho(consequências de quem se lembra de começar a correr com 36 anos...), e assim que forço, dão logo sinal, por isso, seguindo conselhos sábios dos mais velhos, tenho é de pôr kms nas pernas, com calma para o corpo ganhar estruturas que permitam, daqui a alguns aninhos, ser um corredorzeco mais robusto.
Eu e meu relógio estabelemos para os próximos 30 dias o objectivo de percorrer 250 kms. Nada de mais. Vamos ver. Sem forçar.
A próxima prova que penso fazer será uma estreia: GP do Fim da Europa.
Será interessante?
Aguardo feed-back de vozes mais experimentadas.

4 comentários:

Carlos Lopes disse...

Que o ano de 2009, traga muitas provas e vitorias

Anónimo disse...

Caro João Paixão
GP Fim-da-Europa interessante, nunca fiz mas não tenho dúvidas, muito interessante mesmo...
Para mim só tem um senão, o local de partida e de chegada não ser o mesmo
António Almeida

NK disse...

Olá,

Quanto à logistica do fim-da-europa se conheceres alguem que possa deixar o carro no cabo da roca, é o ideal. Eu da unica vez que lá fui tive sorte porque logo que cheguei entrei para o autocarro e poucou depois arrancou, mas acho que era só esse, o resto do pessoal teve que ficar ao frio à espera do regresso.

Um abraço

Fernando Andrade. disse...

Caro João
Em termos organizativos o GP Fim das Europa, nas últimas duas edições atingiu um patamar acima da média. Há relatos feitos no Mundo da Corrida, que ilustram o que digo.
Se em tempos se justificava ter um carro à nossa espera no Cabo da Roca, hoje isso já não é preciso, porque os transportes de regresso estão bastante eficientes e com a solução da tenda gigante, ninguém tem de ficar ao frio se tiver de esperar. Por outro lado, quantos mais carros lá estiverem, maior é a complicação para sair, pois se os autocarros podem sair do Cabo da Roca antes da corrida acabar, sob escolta da polícia, o mesmo não acontece com os carros particulares, que ficarão sujeitos a outros condicionamentos.
Também, no início, em Sintra, há uma viatura para recolha dos sacos de roupa, que serão entregues à chegada.
Em suma : maior o nº de corredores a utilizar o equipamento colectivo, menor a confusão com trânsito. Digo eu...

Abraço.
FA